Ecologia, o novo nazismo! – II

Date: Thu, 24 Jun 2010 19:39:08 +0100

Viva!
Quais são os “cépticos” para os autores do artigo? «We defined UE [unconvinced by evidence] researchers as those who have signed statements strongly dissenting from the views of the IPCC.» Ou seja, independentemente de serem adeptos ou críticos da TACOA, quem discorda da palhaçada que é o IPCC é contado como céptico. E depois há o chamado “cherry picking”, escolher os dados convenientemente de modo a resultar na conclusão pretendida. Quanto à contabilização de artigos em publicações “peer-reviewed”, basta ler os emails do Climategate em que estes tipos discutem (a troca de correspondencia mais conhecida sobre isto envolve este Stephen Schneider) quais as revistas que «têm», as que «perderam» e até as pressões para despedir o director de uma publicação de Geologia por permitir artigos de “cépticos”. O caso mais paradigmático de censura é a própria “Nature”! No que diz respeito a criticar o IPCC, sem falar nas “conclusões científicas” votadas de braço no ar, quantos dados e conclusões do 4AR já foram desmentidos, desmascarados e retirados pelo IPCC devido às críticas? Desde o “hockey stick” de Mann et al. até aos glaciares nos Himalaias que começaram a derreter no Séc. XVIII (final da Pequena Idade do Gelo), mas, como uma revista duma organização ecologista disse que era por causa do CO2 da era industrial, citaram isto como se de um artigo científico se tratasse…
Não ponho, sequer, em causa a credibilidade da PNAS! Só digo que artigos como este não têm nada de científico, mas, muito de autoritário! Desde quando é que a ciência é feita a listar e ostracizar dissidentes? Isso é próprio das religiões e das ideologias politicas autoritárias, o que revela, a meu ver, que para estes indivíduos o Aquecimento Global é uma questão de fé e não de factos (porque os dados contradizem a teoria) e, entre os defensores, podemos distinguir três tipos: os “melancias” – verdes por fora mas vermelhos por dentro -; os que estão confortavelmente instalados a receber fundos para investigar um “não-problema” e todos os outros que por preguiça ou ingenuidade não se dão ao trabalho de confirmar as homilias politicamente correctas que lhes fazem engolir.
Cumprimentos!
António Gaito

Date: Thu, 24 Jun 2010 14:06:27 +0200
From: xxx
To: o_impertinente@hotmail.com
Subject: Re: Ecologia, o novo nazismo!

Caro António,

Eu conheço alguma coisa sobre a literatura científica e sei que o PNAS tem um factor de impacto respeitável pelo que é de esperar que seja uma publicação exigente. É um pouco leviano estar imediatamente a maniqueízar as conclusões.

De todo o modo acho que se 97% dos médicos dissessem que estavas doente e que te devias tratar acho que eras capaz de acatar o conselho desses 97%, pelo sim pelo não, em vez dos outros 3% que dizem que está tudo bem contigo. É uma questão de senso comum.

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