Os custos do alarmismo climático

Os vikings baptizaram a Gronelândia (Terra Verde) num período muito mais quente que o actual. A adaptação de economia guerreira para uma economia de produção deu-se com a retirada das colónias no Atlântico Norte, no início da Pequena Idade do Gelo.

Viva!

Qualquer ser vivo, perante alterações no meio que o rodeia, tem três opções: extinção, adaptação ou evolução. A adaptação é a única alternativa que pode depender da vontade desse ser – a Natureza não sabe o significado de “mitigação“…

Independentemente da fraqueza das provas utilizadas pelos alarmistas para apontar o dedo à Humanidade – admitindo mesmo a possibilidade de o Período Quente Contemporâneo não ser um evento exclusivamente natural -, a adaptação às alterações climáticas será sempre a melhor opção. As políticas de mitigação, além de serem fúteis no que diz respeito ao impacto no clima, estrangulam a economia e limitam as liberdades individuais.

É neste sentido que apontam estes dois artigos que partilho aqui: lp-3-10 e carlin2010. Duas correntes diferentes de pensamento económico estarem de acordo num tema tão importante deve significar alguma coisa…

Cumprimentos!

António Gaito

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