OCDE recomenda impostos ecológicos

Respeitosamente roubado de http://educar.wordpress.com

Viva!

A O.C.D.E., imersa no sentimento anti-capitalista e anti-desenvolvimento que fustiga as sociedades desenvolvidas e democráticas, apresentou uma avaliação ao desempenho ambiental do nosso país que, apesar de ter sido pago com dinheiro dos contribuintes, só o resumo está disponível sem pagar: 47466384.

O fim dos subsídios às eólicas é recomendado, não por ser um desperdício de verbas, mas, como meio de aumentar artificialmente o preço da electricidade e impôr uma redução no consumo! Um imposto especial sobre as mais-valias na venda de terrenos agrícolas para urbanização – algo que devia ser proibido – também é recomendado, não para proteger a economia agrícola, mas, como fonte de receita extraordinária! Congratulam-nos por, devido ao abrandamento da economia, termos reduzido as emissões de CO2 – e desafiam-nos a continuar assim! E ainda recomendam impostos especiais sobre segundas habitações, habitações no litoral, veículos que emitam dióxido de carbono, etc… No meio deste assalto aos bolsos dos portugueses, ainda elogiam os 10.000 empregos verdes criados pelo “desgoverno” (pena que a maior parte tenham sido ou sejam temporários e, por cada um, para aí uns seis tenham sido perdidos na economia real como consequencia directa da reafectação de verbas ) e o investimento milionário nas fotovoltaicas, como aquela história muito mal contada de Abrantes.

O que podemos perceber do documento é que, para não parecer mal, mandamos dados “ajustados” para lá; eles, como pensam que temos o pescoço folgado, recomendam que apertemos um pouco mais a corda!

Cumprimentos!

António Gaito

2 Respostas to “OCDE recomenda impostos ecológicos”

  1. A esperada fraude com a fábrica de fotovoltaicas em Abrantes « Quarta República Says:

    […] Chamem a isto pirraça, mas, eu e outros tinhamos razão… […]

  2. Cada emprego “verde” gera entre dois a sete desempregados « Quarta República Says:

    […] ao dizer que as renováveis geraram mais de cem mil empregos em Portugal. Empregos efectivos são, talvez, uns dez mil – os outros foram temporários e em número menor. Um novo estudo, agora, vem realçar o […]

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