Quando os pesticidas são necessários – II

Viva!

Depois da cedência que já referi aos pesticidas,  com um sucesso notável, uma nova praga levou-me a comprar um insecticida.

Não encontrei qualquer solução natural e eficaz para os afídios dos citrinos que já estavam a contagiar outras culturas e interrogo-me: até que ponto os produtos ditos “biológicos” (como se houvesse produtos agrícolas que não o fossem) realmente o serão? Neste caso específico, tendo em conta que os habituais e ineficazes remédios para o afídio são sabão de potássio e óleo vegetal, como é que os fruticultores que vendem os “biológicos” da moda lidam com esta praga? Com produtos como este, aprovados para “agricultura biológica”. A diferença é a concentração da substância activa – que é a mesma –  e, consequentemente, a menor eficácia…

Não concordo com práticas irresponsáveis como a monocultura ou o abuso de pesticidas e adubos sintéticos. No entanto, a agricultura alegadamente mais natural só tem duas opções quando é afectada pelas pragas mais resistentes e destrutivas: a perda de produtividade ou a hipocrisia e a fraude…

Cumprimentos!

António Gaito

Uma resposta to “Quando os pesticidas são necessários – II”

  1. Coitados dos pepinos espanhóis! « Quarta República Says:

    […] que o leitor compreenda melhor aquilo que quero dizer, convém ler isto e isto. Depois, com facilidade se comprenderá que sou um defensor da agricultura tradicional, mas, não […]

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