Máximo solar atingido – mais um passo para o arrefecimento global

Viva!

Tiro o chapéu ao Watts Up With That pela divulgação.

Os alarmistas/ecologistas negam que o Sol tenha influência no clima da Terra – o que faria do nosso planeta um caso único em todo o Sistema Solar! Também negam, como quem diz que os rios sobem montanhas, a importância dos ciclos solares na variação do clima.

Já, por várias vezes, abordei a importância do Sol no clima da Terra. Mas, como as leis da física não são politicamente correctas, parece que o Deus Rá se revoltou contra a religião verde!

O Ciclo Solar 24, aquele em que nos encontramos, provou finalmente ser o mais fraco desde a Pequena Idade do Gelo. E para os catastrofistas que apregoam o fim do mundo em 2012 – ano previsto do máximo solar deste ciclo – aqui vai uma má notícia: o máximo já foi atingido e em 2012 o Sol há-de cair para mínimos…

Para quem não está evangelizado pela religião ecologista e não demoniza o dióxido de carbono, os dados são fascinantes! De acordo com o conhecimento actual, a fraca actividade solar traduz-se em menos ventos solares. Na ausência de ventos solares, os Raios Cósmicos Galácticos vão bombardear a atmosfera da Terra, provocar a evaporação da água e promover a formação de nuvens. Essas nuvens, formadas maioritariamente na alta troposfera, vão reflectir a radiação solar e arrefecer o planeta. TEMOS A POSSIBILIDADE DE REGISTAR EM TEMPO REAL AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS NATURAIS! E estamos a fazê-lo…

A má notícia é que aquilo que os ecologistas dizem que vai acontecer com o “aquecimento global”, tirando o calor, é o que historicamente acontece quando há arrefecimento global. E o mundo, enganado pela religião verde, não se adaptou!

A Terra tem 4.600 milhões de anos. O Homo sapiens existe há 130.000 anos. Se a regra na história da Terra é a extinção, nós somos uma espécie excepcional: adaptámo-nos a todas as alterações climáticas desde que existimos. Pela primeira vez, no entanto, a nossa adaptação está condicionada pela política: milhões de pessoas hão-de morrer por causa do mito do “aquecimento global”! Os culpados têm nome… E a história não os há-de perdoar.

Cumprimentos!

António Gaito

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