Archive for the ‘Álcool’ Category

«A bebedeira da Sra. procuradora: 3,08g/l de “sangue no álcool”»

26/05/2011

Viva!

Tiro o chapéu ao Tiago Mesquita pelo artigo no Expresso:

«Se conduzir não beba. Se for procurador, beber e conduzir não o faça em contramão. Uma procuradora apanhou uma bebedeira de caixão à cova e foi avistada por uma patrulha da Policia Municipal a descer uma rua em contramão no centro de Cascais, como se o mundo estivesse todo às avessas. E provavelmente até estava naquela cabecinha. Apanhada em flagrante “delitro”, a senhora presentava uma taxa elevada de “sangue diluído no álcool”. Mas era tão descabida a taxa que a senhora devia ser condecorada e não detida como aconteceu. É obra, e sem usar o cruise control. Devia haver um Guinness World Records dos procuradores. Ganhávamos em todas as categorias. (more…)

Aposta de uma caneca de cerveja sobre a anomalia de temperatura em Abril

28/04/2011

Tabela actualizada regularmente na barra lateral deste blog.

Viva!

Ainda não sabemos qual será a anomalia da temperatura global no mês de Abril (medida por satélite, obviamente), mas, sobre o mês de Maio podemos ter uma certeza: vai começar fresco e húmido. Sabendo que, nas circunstâncias actuais, o principal factor determinante do clima no litoral da Península Ibérica é a Oscilação do Atlântico Norte, basta olhar para o primeiro gráfico da tabela acima… Já fui, até, acusado de “pirraça” por ter previsto as chuvadas deste mês com base neste indicador! (more…)

Artigo acabado de publicar

14/03/2011

Date: Sat, 24 Jan 2009 00:11:31 +0000

Aprendi a evitar, quando se trata de lidar com vocês, assuntos ligados à arqueologia que, como cedo percebi, não vos despertam o menor interesse. No entanto, acabei de receber um artigo, publicado no número zero de uma revista que não resisto a divulgar. Os motivos para o fazer são são vários:

1º diz respeito a um dos períodos da pré-história mais controversos e, talvez não seja por acaso, um dos que mais me interessa – o Calcolítico;

2º como qualquer ciência de carácter social, a arqueologia muitas vezes é utilizada para servir agendas e interesses meramente políticos. No caso do Calcolítico (que, na Península Ibérica, podemos balizar na segunda metade do terceiro Milénio antes da nossa era), a antítese entre difusionismo – possibilidade de sociedades simples se terem tornado mais complexas devido à interacção com sociedades complexas exógenas – e neo-evolucionismo – modelo explicativo de cariz marxista que defende a irrelevância desses contactos, tentando provar que o caminho natural de qualquer sociedade simples (equalitária, como lhe chamam) é a complexificação, motivada pela necessidade que as elites emergentes têm de estabelecer estruturas de domínio que organizem o colectivo numa relação dialética de poder – tem levado o debate entre arqueólogos a situações que tocam o extremismo ideológico. No seguimento disto, este artigo representa, numa lógica académica séria, o enterrar do modelo evolucionista dogmático que, no nosso país, é representado, sobretudo, pelo Carlos Tavares da Silva e pelo seu cão de fila, a Joaquina Soares;

3º este artigo faz uso da etno-arqueologia e da arqueologia de género (também conhecida como arqueologia feminista), ramos típicamente esquerdistas, para contrapor a um modelo, também ele, de esquerda;

4º as possíbilidades aqui apontadas, respeitantes ao copos do Calcolítico Inicial da Estremadura, vão de encontro àquilo que tenho vindo a hipotetisar (e já fui ridicularizado por colocar essa possibilidade) acerca da placas de xisto, do mesmo período, abundantes no Sudoeste peninsular, o que eu encaro como uma pequena vitória pessoal. Trata-se da possibilidade de a decoração destes artefactos ser algo a que podemos chamar de proto-heráldica: uma determinada forma estética corresponder a uma identidade territorial/social;

5º após ter sido lançada à discussão a teoria sobre o principal motivo da revolução dos produtos secundários ou, mais simplesmente, neolitização, que defende o papel primordial da produção de bebidas alcoólicas, fermentadas a partir de cereais (cerveja!), como o motor da sedentarização e domesticação das primeiras plantas utilizadas na agricultura, este artigo aponta para a probabilidade de um dos elementos materiais mais representativos do nosso Calcolítico Inicial, os copos tipo Vila Nova de São Pedro, terem sido usados em manifestações de carácter mágico-religioso, recorrentes ao álcool. Os seja, exagerando bastante, bebedeiras colectivas;

6º este artigo é co-assinado por um aluno português, estudante em Madrid. Não acredito, conhecendo o meio arqueológico nacional que, caso este rapazote fosse estudante de uma das nossas universidades, tivesse juntado o nome a isto… Seria um autêntico suicídio académico! Aquilo que para vocês, leigos na matéria, pode ser um vulgaríssimo artigo científico, para grande parte do meio arqueológico nacional (que ainda vive numa lógica de clientelismo e modelos explicativos dogmáticos) é uma heresia, vinda de alguém sem curriculum para falar sobre o assunto que, se estudasse em Portugal, teria a carreira arqueológica arruinada por causa disto – já aconteceu demasiadas vezes…

Expostos os motivos que me levam a enviar-vos este artigo, resta-me esperar que alguém tenha pachorra para o ler. O link é http://www.revistasapiens.org/Biblioteca/numero0/Loscoposcanelados.pdf . Caso tenham curiosidade em ver o que são estes copos, podem consultar http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/RPA/v6n2/folder/181.pdf . Só mais duas informações que podem ajudar à compreensão: quando se dá a data de 5040+/-160 BP, trata-se de uma datação a partir de Carbono 14. BP significa Before Present que, em termos de radiocarbono, conta o presente como o ano de 1950. Como se trata de uma data não calibrada, a leitura imediata deve ser 5040 anos antes de 1950, mais 160 anos ou menos 160 anos. Uma calibração a um sigma (se alguém estiver interessado, posso explicar o que é), daría, em anos de calendário, qualquer coisa como um período entre 3250-2930 ANE (Antes da Nossa Era ou, Antes de Cristo). A referência elogiosa ao professor Vítor Gonçalves, o meu director de curso, que é feita aqui, é tão natural, tratando-se de Calcolítico como, durante uma missa, dizer bem de Cristo!

Cumprimentos!

Nunc est bibendum!

14/03/2011

Date: Fri, 11 Jul 2008 21:48:20 +0100

Algumas citações sobre o alcool:

You don’t like jail? Naw, they got the wrong kind of bars in there.
–Charles Bukowski

Life is too short to drink cheap beer.
Anonymous

Beer – it’s not just for breakfast anymore
Anonymous

One more drink and I’d be under the host.
–Dorothy Parker

I drink when I have occasion, and sometimes when I have no occasion.
–Miguel De Cervantes

Abstainer: a weak person who yields to the temptation of denying himself a pleasure.
–Ambrose Bierce

Draft beer, not people!
–Hippy chant

A drink a day keeps the shrink away.
–Edward Abbey

All other nations are drinking Ray Charles beer and we are drinking Barry Manilow.
–Dave Barry

People who drink light “beer” don’t like the taste of beer; they just like to pee a lot.
–Capital Brewery, Middleton, WI

Put it back in the horse!
–H. Allen Smith, an American humorist in the ’30s-’50s, after he drank his first American beer at a bar.

When I heated my home with oil, I used an average of 800 gallons a year. I have found that I can keep comfortably warm for an entire winter with slightly over half that quantity of beer.
–Dave Barry

My problem with most athletic challenges is training. I’m lazy and find that workouts cut into my drinking time.
–Dave Barry

I feel sorry for people who don’t drink. When they wake up in the morning, that’s as good as they’re going to feel all day.
–Frank Sinatra

The problem with some people is that when they aren’t drunk, they’re sober.
–William Butler Yeats

An intelligent man is sometimes forced to be drunk to spend time with his fools.
–Ernest Hemingway

Always do sober what you said you’d do drunk. That will teach you to keep your mouth shut.
–Ernest Hemingway

You’re not drunk if you can lie on the floor without holding on.
–Dean Martin

Drunk is feeling sophisticated when you can’t say it.
–Anonymous

No animal ever invented anything as bad as drunkenness or as good as drink.
–G.K. Chesterton

Time is never wasted when you’re wasted all the time.
–Catherine Zandonella

Abstainer: a weak person who yields to the temptation of denying himself a pleasure.
–Ambrose Bierce

Reality is an illusion that occurs due to lack of alcohol.
–Anonymous

I never drink anything stronger than gin before I get out of bed.
–DAS

A woman drove me to drink and I didn’t even have the decency to thank her.
–W.C. Fields
What contemptible scoundrel has stolen the cork to my lunch?
–W.C. Fields

Beauty lies in the hands of the beer holder.
–Anonymous

If God had intended us to drink beer, He would have given us stomachs.
–David Daye

Work is the curse of the drinking classes.
–Oscar Wilde

When I read about the evils of drinking, I gave up reading.
–Henny Youngman

Life is a waste of time, time is a waste of life, so get wasted all of the time and have the time of your life.
–Anonymous

I’d rather have a bottle in front of me, than a frontal lobotomy.
–Tom Waits (Groucho Marx?)

24 hours in a day, 24 beers in a case. Coincidence?
–Stephen Wright

When we drink, we get drunk. When we get drunk, we fall asleep. When we fall asleep, we commit no sin. When we commit no sin, we go to heaven Sooooo, let’s all get drunk, and go to heaven…

A despedida de um marialva

14/03/2011

Date: Tue, 4 Dec 2007 04:29:34 +0000

Na Argentina também houve um homem que nos deve servir de exemplo. Este é o seu testamento espiritual…

http://www.todotango.com/spanish/download/play.asp?id=1313&f=wax&tit=creadores.gif


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