Archive for the ‘Religião’ Category

Tese de Doutoramento – «A ideologia do aquecimento global»

13/06/2011

Viva!

Conhecida através do Ecotretas e já comentada pelo Professor Pinto de Sá: 2011_DanieladeSouzaOnca[1]. Esta tese de doutoramento, mais que contribuir para reduzir a pó as ruínas do eco-fascismo, vem provar a transversalidade política da ciência, quando feita com seriedade. (more…)

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Mais uma previsão do fim-do-mundo falhada…

22/05/2011

Viva!

Religião – zero; Bom Senso – já perdi a conta! Os fanáticos religiosos que previam o fim-do-mundo para 21 de Maio, concerteza, farão o que sempre fizeram: dizer que se enganaram e marcar nova data… (more…)

Halo solar em Fátima – um exemplo da irracionalidade religiosa

16/05/2011

Viva!

Como tive o privilégio, partilhado por cada vez menos portugueses, de estar a trabalhar durante este Fim-de-Semana, só agora posso partilhar com os leitores este pensamento: em cerca de 1700 anos de Igreja Católica na Europa, se a religião não tivesse demonizado o conhecimento científico, arrastando a nossa civilização para um milénio de trevas a que chamamos Idade Média, muitos “milagres” teriam sido tratados como aquilo que realmente foram – fenómenos naturais, doenças mentais ou fraudes! (more…)

Morreu Bin Laden, nasceu um mártir

02/05/2011

UPDATE II –

UPDATE – Esta imagem tem sido apontada como falsa e, como confirmei, já está online desde 2009. Como isto só vem levantar mais dúvidas sobre a morte deste terrorista e, não sendo este blog identificável com teorias de conspiração, este tema não voltará a ser abordado até que surjam informações relevantes.

Viva!

Um julgamento teria sido o fim mais justo, mas, como isso seria demasiado piedoso, esperemos que tenha morrido de forma lenta e agonizante… O Islão, no entanto, perdeu um lider, mas, ganhou um mártir. O Ocidente tem de se preparar para a reacção!

Só me parece curioso que este anúncio tenha sido feito poucos dias depois de a Casa Branca publicar a certidão de nascimento falsificada do presidente Obama!

Cumprimentos!

António Gaito

Ecologismo como religião

30/04/2011

Michael Crichton

Viva!

Já, por várias vezes, tenho defendido que o ecologismo tornou-se um fenómeno religioso. Não tenho, porém, conseguido argumentar de forma tão concisa e brilhante como fez Michael Crichton. (more…)

Rockets palestinianos continuam a matar na Páscoa

22/04/2011

A arma preferida dos palestinianos para lançar o terror: o foguete Qassam.

Viva!

Assim que começou a Páscoa Judaica, na tarde do dia 18 de Abril, Segunda-Feira no nosso calendário, os ataques com foguetes Qassam disparados da Faixa de Gaza intensificaram-se.

Estas armas cegas, disparadas ao acaso, sem alvo definido pelos assassinos que as disparam, atingiram esta Sexta-Feira um edifício da missão humanitária das Nações Unidas, ferindo três funcionários. Isto, poucos dias depois de um activista pró-palestiniano, italiano de origem, ter sido barbaramente turturado e assassinado, vítima das lutas internas entre as organizações terroristas que fazem de Gaza uma terra sem lei.

A tradição islâmica de atacar o Estado de Israel durante os feriados religiosos judaicos perpetua-se… O nazismo não despareceu – só mudou de bandeira e ganhou o apoio da esquerda Ocidental! Talvez por isso, na nossa comunicação social, só seja digno envenenar a opinião pública contra o povo judeu, ocultando o terror a que a única democracia daquela região está diariamente sujeita…

Shalom!

António Gaito

Piers Morgan entrevista Benjamin Netanyahu

30/03/2011

Viva!

No dia 18 de Março, devido aos acontecimentos no Japão, esta entrevista na CNN passou despercebida. Piers Morgan, o sucessor de Larry King, conversou com o primeiro-ministro israelita sobre as relações israelo-árabes, o massacre da família Fogel, a política de responder aos ataques com a construção de colonatos, as armas nucleares que Israel não admite ter e outros assuntos de interesse que, normalmente, quando chegam aos nossos ouvidos pela comunicação social, já foram adulterados pela esquerda anti-semita.

Transcrição da entrevista em: http://piersmorgan.blogs.cnn.com/2011/03/18/piers-morgan-and-israeli-prime-minister-benjamin-netanyahu-full-transcript/.

Primeira parte: http://www.youtube.com/watch?v=u0m7S6tRfBo

Segunda parte: http://www.youtube.com/watch?v=14UebOHIBK0

Terceira parte: http://www.youtube.com/watch?v=3hnXwNqBMn4

Quarta parte: http://www.youtube.com/watch?v=igvmkzNk07Q

Em Israel diz-se, proverbialmente: «If Arabs lay down their weapons, there will be peace in the region. If Israelis lay down their weapons, there will be no Israel

Cumprimentos!

António Gaito

Escalada de violência em Israel

24/03/2011

AVISO: ESTAS IMAGENS SÃO CHOCANTES!

Elad Fogel, três anos, apunhalado duas vezes no coração enquanto dormia.

 

Uri Fogel e a filha Hadas, com três meses, com as gargantas cortadas enquanto dormiam.

 

Yoav Fogel, onze anos, assassinado enquanto lia na cama.

(more…)

Porque é que os comunistas defendem Kadafi

22/03/2011

Em 1956, a Hungria quis libertar-se da opressão. A União Soviética e o Pacto de Varsóvia mandaram os tanques para reprimir as manifestações.

Em 1968, na Checoslováquia, a Primavera de Praga também foi reprimida com tanques soviéticos e do Pacto de varsóvia.

Viva!

Se os franceses não tivessem os testículos no lugar devido, Benghazi teria sido arrasada e milhares de pessoas teriam sido mortas. Toda a comunidade internacional apoia a imposição de restrições às tropas fiéis ao ditador que conquistou o Ocidente. Porque toda a gente sabe que um massacre estava prestes a ocorrer! (more…)

Mais uma seita a cometer suicídio em massa?

14/03/2011

Date: Tue, 4 Jan 2011 00:46:21 +0000

Viva!
Este grupo tem vindo a ganhar um número significativo de adeptos nos EUA e na América do Sul, ao defender o dia do Juízo Final a 21 de Maio de 2011: http://www.familyradio.com/graphical/literature/judgment/judgment.html .
Já vimos isto acontecer várias vezes e sabemos, da pior maneira, que não pode acabar bem…
Cumprimentos!
António Gaito

O texto acima foi escrito com o maior desprezo pelo Acordo Ortográfico.

António Lopes Pereira Gaito

Eric Idle (dos Monty Pyton) sobre o Natal

14/03/2011

Date: Wed, 8 Dec 2010 23:37:13 +0000

Viva!
No seguimento do Manifesto Contra as Músicas de Natal, aqui vai: .
Cumprimentos!
António Gaito

O texto acima foi escrito com o maior desprezo pelo Acordo Ortográfico.

António Lopes Pereira Gaito

Manifesto contra as músicas de Natal

14/03/2011

Date: Tue, 7 Dec 2010 03:20:15 +0000

Viva!

Não pretendo ofender os fundamentalistas religiosos com este texto, por isso, se alguém o for, pode deixar de ler no final deste parágrafo…

O Natal é um tempo bonito em que nos devemos impregnar de sentimentos altruístas e oferecer coisas aos outros e fazer o bem e ser felizes e fazer os outros felizes e se o Saramago pode ignorar as vírgulas eu também posso e só nos lembramos destas tretas quando os centros comerciais nos apresentam as decorações de Natal e as músicas de Natal e as promoções de Natal e os descontos de Natal e o mais irritante!!! as músicas de Natal!

Pá! Faço já a declaração de princípios: sou um jacobino de primeira! Não gosto de religiões, superstições, crendices, esoterismos, nem afins que se assemelhem a banha da cobra… Mas, politicamente correcto, respeito todas as posições moderadamente crentes que não me tentem impor um modo de vida. E até evito discuti-las por ser tempo perdido!

Pois aqui chegamos ao embrião da questão: porque raios é que tenho de passar o mês de Dezembro inteiro a ouvir as mesmas seis ou sete músicas de Natal, nas cinquenta versões diferentes de cada uma, cada vez que entro num espaço público ou, até mesmo, quando vou a caminhar na rua?

Se vós, pais e mães de família, tivesseis uma filha de catorze anos que engravida sem saber quem é o pai da criança, julgo eu que tentaríeis abafar o assunto… Ninguém faria questão de armar uma algazarra capaz de lançar o mundo civilizado em mil anos de retrocesso civilizacional – a Idade Média -, ou mais se os criacionistas americanos e brasileiros tivessem poder para tal… E pior, nem na data de nascimento acertaram! O Papa Gregório, ao reformular o calendário juliano, não só fez do décimo mês o décimo segundo (DEZembro – politiquices como as de hoje) como, segundo as melhores estimativas, decretou o ano 1 (o zero na altura era coisa de árabes e hindus!) uns sete anos mais tarde e o Natal no Solstício de Inverno, por volta do dia 25, para cobrir as festividades dos nascimentos de Hórus e Mitra…

Mas eu não contesto as festividades nem o consumismo associado a esta época! Gastem o vosso dinheiro quando quiserem que eu também o faço ao longo do ano!

Nem entro em questões mais profundas sobre os praticantes de outras religiões poderem sentir-se discriminados pelas omnipresentes músicas de Natal… Afinal de contas, se eu for à Arábia Saudita ou ao Irão, depois das orações da tarde de Sexta-Feira, as mulheres adúlteras também são mortas por apedrejamento na praça pública, em frente à mesquita! É uma questão cultural, dirão os relativistas e pós-modernistas e outros caramelos responsáveis pela crise de valores da civilização ocidental.

Há uns poucos anitos, quando uma chusma de gauchistas quis impingir-nos uma Constituição Europeia e alguns reccionários defenderam que se fizesse referência ao legado judaico-cristão da civilização europeia, ai Jesus que os estados são laicos e a moda é o multi-culturalimo, que isto de ser secular tem que se lhe diga! A definição de secularismo e multi-culturalismo nesta Europa é entra cá tudo e nós é que temos de aceitar aquilo em que eles acreditam… E agora estamos numa situação em que nem na Idade Média houve tanta gente a defender o Califado desde o Al-Andaluz (isto inclui Portugal do Douro para baixo) até às ilhas do Mar Oriental. E, se alguém quiser fazer estimativas, talvez tenha havido na Europa mais excisões de clitóris a adolescentes nos últimos vinte anos que em toda a História de Civilização Europeia.

Ou seja, andamos onze meses por ano a defender o castramento das nossas raízes culturais e, quando chega o mês de Dezembro, somos turturados pelas estratégias de marketing modernas que nos impõem uma invasão de espírito natalício! E em tempo de crise, nada melhor que desperdiçar recursos em decoração de Natal e iluminação de Natal… Mas, música de Natal? Porquê?

Toda a gente as sabe. Toda a gente, mesmo que não queira, as trauteia. Até há uns matarruanos que as têm no telemóvel para azucrinar os ouvidos de inocentes que, por mero acaso, calham a estar por perto quando o aparelho dá sinal de vida… E que tal umas músicas novas, não? Uns jingles, mesmo comerciais, tipo a música da Leopoldina (porque está na Bíblia: o Natal é para gastar dinheiro em brinquedos!), com uma letra aberta a todas as confissões religiosas e passível de ser passada o ano todo. Ou, nas ruas, uma música alegre sobre as intenções do Presidente da Câmara para o ano seguinte (porque no ano findo, de certeza, não fez nada que se aproveitasse).

Mas não! Aquelas seis ou sete músicas, nas (7X50=350) trezentas e cinquenta e sete versões diferentes – porque há sempre um brincalhão a fazer uma versão porca – acompanham a nossa vida durante um mês inteiro, sempre que estamos debaixo de telha ou numa rua com comércio tradicional, tipo a Rua Augusta! Sim, porque Inditex e outras multinacionais, quando as portas dão para a rua, já se chamam comércio tradicional!

Para os senhores e senhoras que têm a autoria da ideia de, em qualquer sítio, passar músicas de Natal, aqui vai o meu conselho que, como todos sabemos, vale o que vale: se acham que as músicas natalícias fazem as pessoas felizes, também a masturbação as faz! E não é por isso que eu obrigo pessoas que não conheço a verem videos da minha excelentíssima e real pessoa a gemer de satisfação ao ver duas jovens filipinas (um país extremamente católico) a oferecerem felicidade uma à outra directamente e, a mim, indirectamente… E mais facilmente gastaria o meu dinheiro na Rua Augusta ou no Colombo se passassem imagens do António Costa ou do tio Belmiro a polir a cera ao marsapo enquanto assistem aos privados das moçoilas do MyCams!

Tenho dito!

Cumprimentos!
António Gaito

O texto acima foi escrito com o maior desprezo pelo Acordo Ortográfico.

António Lopes Pereira Gaito

Artigo acabado de publicar

14/03/2011

Date: Sat, 24 Jan 2009 00:11:31 +0000

Aprendi a evitar, quando se trata de lidar com vocês, assuntos ligados à arqueologia que, como cedo percebi, não vos despertam o menor interesse. No entanto, acabei de receber um artigo, publicado no número zero de uma revista que não resisto a divulgar. Os motivos para o fazer são são vários:

1º diz respeito a um dos períodos da pré-história mais controversos e, talvez não seja por acaso, um dos que mais me interessa – o Calcolítico;

2º como qualquer ciência de carácter social, a arqueologia muitas vezes é utilizada para servir agendas e interesses meramente políticos. No caso do Calcolítico (que, na Península Ibérica, podemos balizar na segunda metade do terceiro Milénio antes da nossa era), a antítese entre difusionismo – possibilidade de sociedades simples se terem tornado mais complexas devido à interacção com sociedades complexas exógenas – e neo-evolucionismo – modelo explicativo de cariz marxista que defende a irrelevância desses contactos, tentando provar que o caminho natural de qualquer sociedade simples (equalitária, como lhe chamam) é a complexificação, motivada pela necessidade que as elites emergentes têm de estabelecer estruturas de domínio que organizem o colectivo numa relação dialética de poder – tem levado o debate entre arqueólogos a situações que tocam o extremismo ideológico. No seguimento disto, este artigo representa, numa lógica académica séria, o enterrar do modelo evolucionista dogmático que, no nosso país, é representado, sobretudo, pelo Carlos Tavares da Silva e pelo seu cão de fila, a Joaquina Soares;

3º este artigo faz uso da etno-arqueologia e da arqueologia de género (também conhecida como arqueologia feminista), ramos típicamente esquerdistas, para contrapor a um modelo, também ele, de esquerda;

4º as possíbilidades aqui apontadas, respeitantes ao copos do Calcolítico Inicial da Estremadura, vão de encontro àquilo que tenho vindo a hipotetisar (e já fui ridicularizado por colocar essa possibilidade) acerca da placas de xisto, do mesmo período, abundantes no Sudoeste peninsular, o que eu encaro como uma pequena vitória pessoal. Trata-se da possibilidade de a decoração destes artefactos ser algo a que podemos chamar de proto-heráldica: uma determinada forma estética corresponder a uma identidade territorial/social;

5º após ter sido lançada à discussão a teoria sobre o principal motivo da revolução dos produtos secundários ou, mais simplesmente, neolitização, que defende o papel primordial da produção de bebidas alcoólicas, fermentadas a partir de cereais (cerveja!), como o motor da sedentarização e domesticação das primeiras plantas utilizadas na agricultura, este artigo aponta para a probabilidade de um dos elementos materiais mais representativos do nosso Calcolítico Inicial, os copos tipo Vila Nova de São Pedro, terem sido usados em manifestações de carácter mágico-religioso, recorrentes ao álcool. Os seja, exagerando bastante, bebedeiras colectivas;

6º este artigo é co-assinado por um aluno português, estudante em Madrid. Não acredito, conhecendo o meio arqueológico nacional que, caso este rapazote fosse estudante de uma das nossas universidades, tivesse juntado o nome a isto… Seria um autêntico suicídio académico! Aquilo que para vocês, leigos na matéria, pode ser um vulgaríssimo artigo científico, para grande parte do meio arqueológico nacional (que ainda vive numa lógica de clientelismo e modelos explicativos dogmáticos) é uma heresia, vinda de alguém sem curriculum para falar sobre o assunto que, se estudasse em Portugal, teria a carreira arqueológica arruinada por causa disto – já aconteceu demasiadas vezes…

Expostos os motivos que me levam a enviar-vos este artigo, resta-me esperar que alguém tenha pachorra para o ler. O link é http://www.revistasapiens.org/Biblioteca/numero0/Loscoposcanelados.pdf . Caso tenham curiosidade em ver o que são estes copos, podem consultar http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/RPA/v6n2/folder/181.pdf . Só mais duas informações que podem ajudar à compreensão: quando se dá a data de 5040+/-160 BP, trata-se de uma datação a partir de Carbono 14. BP significa Before Present que, em termos de radiocarbono, conta o presente como o ano de 1950. Como se trata de uma data não calibrada, a leitura imediata deve ser 5040 anos antes de 1950, mais 160 anos ou menos 160 anos. Uma calibração a um sigma (se alguém estiver interessado, posso explicar o que é), daría, em anos de calendário, qualquer coisa como um período entre 3250-2930 ANE (Antes da Nossa Era ou, Antes de Cristo). A referência elogiosa ao professor Vítor Gonçalves, o meu director de curso, que é feita aqui, é tão natural, tratando-se de Calcolítico como, durante uma missa, dizer bem de Cristo!

Cumprimentos!

Islamo-fascismo

14/03/2011

Date: Wed, 18 Jun 2008 05:18:13 +0100

Alguns já receberam, mas, não é demais recordar…

Islamo-fascismo.ppt


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